Tesouraria corporativa sob inflação: quais alternativas às contas bancárias?
Há vários anos, as empresas enfrentam um grande desafio: a inflação corrói o valor de sua tesouraria. Ao deixar o dinheiro em contas bancárias de baixo rendimento, elas perdem poder de compra mês a mês.
Embora os bancos ofereçam taxas de depósito muito limitadas para a maioria das PMEs e empresas de médio porte, alternativas estão surgindo para proteger e expandir a liquidez corporativa. Fundos do mercado monetário, títulos, plataformas fintech, até stablecoins: a gama de opções está se expandindo.
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Os limites das contas bancárias tradicionais
Contas correntes e poupanças padrão continuam sendo a opção padrão para armazenar dinheiro. Mas hoje, elas apresentam várias fraquezas:
- Rendimento quase nulo: poucos bancos oferecem mais de 1% em depósitos corporativos.
- Alta inflação: com a inflação variando de 3% a 5%, o dinheiro perde valor a cada ano.
- Falta de flexibilidade: os fundos são armazenados, mas não são geridos ativamente para retorno.
Esta situação leva cada vez mais PMEs e scale-ups a explorar alternativas.
Soluções financeiras tradicionais: fundos e obrigações
Para compensar a perda de valor, as equipes financeiras estão recorrendo a ferramentas testadas e comprovadas:
- Fundos do mercado monetário: investimento em instrumentos de curto prazo, como títulos do Tesouro ou depósitos. Geralmente rendem mais do que contas bancárias, com forte liquidez.
- Obrigações governamentais ou corporativas: alocação de parte do tesouro por 1–5 anos, com rendimentos superiores a 3% em muitos casos.
- Depósitos a prazo: alguns bancos ainda oferecem depósitos a prazo bloqueados por alguns meses com rendimentos mais elevados.
Estes instrumentos permanecem relativamente seguros, mas exigem uma gestão e planeamento mais ativos.
Novas alternativas: fintechs e ativos digitais
Além das finanças tradicionais, uma onda de inovação está oferecendo novas oportunidades:
- Fintechs de gestão de tesouraria: plataformas que alocam automaticamente dinheiro em diferentes instrumentos para otimizar o rendimento.
- Stablecoins que geram rendimento: atrelados ao euro ou ao dólar, podem gerar 5–7% ao ano via pools de poupança garantidos. Para as empresas, isso significa diversificar a liquidez mantendo alta disponibilidade.
- Staking simplificado: embora mais adequado a investidores avançados, está surgindo como forma de gerar renda passiva em certas criptomoedas.
Essas alternativas ajudam a capturar rendimento sem comprometer totalmente a segurança e a liquidez. Elas ainda requerem análise cuidadosa e clareza regulatória.
Conclusão
Em um ambiente inflacionário, deixar o dinheiro parado em uma conta bancária significa perder dinheiro. As empresas agora devem considerar alternativas: fundos do mercado monetário, títulos, ferramentas fintech e até ativos digitais como stablecoins.
O objetivo não é apenas o rendimento, mas também a preservação de capital e a segurança financeira. É uma reflexão estratégica que toda equipe financeira deve iniciar hoje.
Perguntas frequentes 🤔
Como a inflação afeta o tesouro de uma empresa?
A inflação reduz o poder de compra do dinheiro. Uma empresa que possui €1M em uma conta sem juros perde dezenas de milhares de euros em valor real a cada ano.
As contas bancárias ainda oferecem proteção suficiente?
Não realmente. Os bancos normalmente oferecem menos de 1% nos depósitos de tesouraria. É útil para segurança e operações diárias, mas insuficiente contra a inflação.
Quais alternativas simples estão disponíveis para PMEs?
Fundos do mercado monetário e depósitos a prazo são os mais acessíveis. Eles oferecem melhor rendimento mantendo a liquidez. Algumas fintechs também oferecem gestão automatizada de tesouraria.
As stablecoins são uma opção viável para empresas?
Sim, desde que utilizem plataformas confiáveis e em conformidade. As stablecoins podem gerar rendimentos atrativos (5–7%), mas exigem avaliação de risco adequada e enquadramento regulatório.
Como uma empresa deve escolher a estratégia de tesouraria correta?
It’s sobre equilibrar três critérios: segurança, liquidez e rentabilidade. A melhor abordagem costuma combinar bancos tradicionais, fundos do mercado monetário e diversificação em novas alternativas como plataformas fintech ou stablecoins.