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Bancos dos EUA autorizados a atuar como intermediários na compra de cripto
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Bancos dos EUA autorizados a atuar como intermediários na compra de cripto

30 de dezembro de 2025

Bancos dos EUA autorizados a atuar como intermediários na compra de cripto

Os reguladores bancários dos EUA abriram um novo caminho para integrar criptomoedas às finanças tradicionais. Os bancos nacionais agora estão autorizados a atuar como intermediários em transações de cripto, executando ordens de compra e venda em nome de seus clientes. Essa estrutura baseia‑se em um modelo chamado “sem risco de custódia”, onde o banco não mantém ativos digitais em seu balanço, apenas facilita a transação.
 
Na prática, um banco pode comprar uma criptomoeda de um vendedor e quase instantaneamente revendê‑la a um cliente comprador. Esse mecanismo permite que os bancos ofereçam acesso a ativos digitais sem estarem diretamente expostos à volatilidade do mercado. Para os clientes, isso significa a possibilidade de comprar ou vender cripto através do seu banco habitual, sem depender de uma exchange independente.
 
Esse desenvolvimento marca um passo importante rumo à normalização das criptomoedas nos Estados Unidos. Ele se encaixa em uma tendência mais ampla de aproximar serviços financeiros tradicionais e ativos digitais, mantendo um quadro regulatório rigoroso. Os bancos poderiam integrar gradualmente serviços de cripto ao lado de seus produtos de investimento existentes.
 
No entanto, ao facilitar o acesso às criptomoedas, os bancos também introduzem indiretamente a volatilidade e os riscos do mercado cripto no sistema financeiro tradicional. Portanto, os reguladores precisarão garantir que essas práticas sejam acompanhadas de controles robustos e de uma gestão de risco rigorosa para evitar instabilidade em larga escala.
 

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A França pode exigir declaração de carteiras de custódia própria

Uma proposta debatida na Assembleia Nacional Francesa pode alterar significativamente a forma como os cidadãos franceses interagem com criptomoedas mantidas em autocustódia. Uma emenda busca ampliar as obrigações de declaração para carteiras auto-hospedadas, ou seja, carteiras onde os usuários controlam diretamente as chaves privadas, como carteiras de software ou hardware. Até agora, apenas plataformas centralizadas, particularmente estrangeiras, estavam sujeitas às exigências de declaração fiscal.
 
Se adotada, os detentores de criptomoedas acima de determinado limiar de valor teriam que declarar anualmente a existência e o valor estimado de suas carteiras pessoais. O objetivo declarado é fechar lacunas na tributação de cripto e reduzir a discrepância entre os ativos realmente possuídos pelos indivíduos e os reportados às autoridades fiscais. Os reguladores argumentam que a autocustódia atualmente representa um ponto cego na luta contra a evasão fiscal.
 
A proposta gerou forte preocupação. Para muitos participantes da indústria, ela desafia um princípio central do ecossistema cripto: a soberania individual sobre os ativos. Obrigar os cidadãos a declarar carteiras que controlam totalmente é visto como uma invasão à privacidade financeira e um precedente potencialmente perigoso em termos de vigilância econômica.
 
Muitas incertezas permanecem quanto à implementação prática. Como o valor de uma carteira deve ser avaliado com precisão em uma data específica? Quais penalidades seriam aplicáveis em casos de erro ou omissão? E como o Estado poderia verificar as declarações sem comprometer o próprio princípio da propriedade privada? Essas questões não respondidas continuam a alimentar o debate.
 
Se aprovada, a medida marcaria um ponto de inflexão na regulação cripto francesa. Ela fortaleceria a transparência fiscal, mas ao custo de uma redução percebida no anonimato e na liberdade individual, dois pilares históricos da adoção de cripto.
 
 

Gemini recebe aprovação para lançar mercados de previsão

A plataforma de cripto Gemini alcançou um marco decisivo ao obter aprovação regulatória para oferecer mercados de previsão nos Estados Unidos. Esta autorização segue vários anos de esforços regulatórios e permite que a Gemini opere oficialmente produtos nos quais os usuários podem especular sobre eventos futuros por meio de contratos binários simples.
 
O anúncio foi imediatamente bem recebido pelos mercados. As ações da Gemini subiram acentuadamente, sinalizando que os investidores veem essa aprovação como um impulsionador estratégico de crescimento. Após um período marcado por desafios regulatórios e aumento da concorrência, esse desenvolvimento restaura a visibilidade do modelo de negócios da empresa e reforça sua credibilidade junto aos participantes financeiros tradicionais.
 
Os mercados de previsão permitem que os usuários especulem sobre uma ampla gama de eventos, desde resultados econômicos até decisões políticas e outros indicadores mensuráveis. A Gemini planeja lançar esses produtos gradualmente, primeiro na web e depois em dispositivos móveis, com a ambição de alcançar um público mais amplo além dos traders nativos de cripto. Essa diversificação pode aumentar o engajamento dos usuários e criar novas fontes de receita.
 
De forma mais ampla, essa aprovação reflete uma tendência mais profunda. As plataformas de cripto estão evoluindo para modelos híbridos que combinam finanças tradicionais, derivativos e ferramentas de inteligência coletiva. Para a Gemini, o sinal verde representa uma oportunidade de se reposicionar como um player financeiro global capaz de inovar dentro de um rigoroso marco regulatório.
 

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Do Kwon condenado a 15 anos de prisão

Do Kwon, cofundador da Terra, foi condenado a 15 anos de prisão por um tribunal dos EUA após processos relacionados ao colapso espetacular do ecossistema Terra e da stablecoin UST em 2022. A decisão vem após anos de investigações e revelações sobre a falha da stablecoin algorítmica UST e do token LUNA, que causaram perdas massivas para centenas de milhares de investidores em todo o mundo.
 
Os juízes consideraram Do Kwon culpado de várias acusações graves, incluindo fraude e manipulação de mercado, diretamente ligadas ao design e à promoção dos produtos da Terra. O tribunal determinou que Kwon enganou deliberadamente os investidores sobre a viabilidade do mecanismo algorítmico da UST e a segurança do modelo econômico da Terra. A sentença de 15 anos reflete a gravidade das consequências do colapso, amplamente considerado um dos maiores escândalos da história recente das criptomoedas.
 
Essa condenação representa um marco importante na regulação de criptomoedas e envia um forte sinal aos fundadores de projetos blockchain. Ela demonstra que as autoridades judiciais estão dispostas a impor penalidades severas quando são constatadas graves violações de transparência e proteção dos investidores. Para muitos na comunidade, a sentença também é vista como uma forma de justiça para os milhares de vítimas que perderam suas economias.
 
Além do impacto imediato sobre Do Kwon, a decisão pode ter implicações duradouras sobre como os projetos de criptomoedas são estruturados e comercializados. É provável que intensifique as discussões sobre a responsabilidade dos fundadores e a necessidade de marcos legais claros para stablecoins e outros produtos financeiros digitais nos próximos meses.

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