Trump acelera o Genius Act para stablecoins
Trump avança com a Lei Genius para stablecoins
O Senado dos Estados Unidos aprovou a Lei Genius com votação de 68 a 30, estabelecendo o primeiro marco regulatório federal para stablecoins, que agora são consideradas instrumentos financeiros supervisionados. O projeto exige respaldo total de ativos 1:1, supervisão federal, auditorias mensais e proíbe ofertas que geram juros para prevenir riscos sistêmicos.
Ao mesmo tempo, o presidente Trump instou publicamente a Câmara dos Representantes—por meio de sua plataforma Truth Social—a adotar rapidamente uma versão “limpa” do projeto de lei, sem adições ou emendas. Ele pediu uma tramitação “extremamente rápida” antes do recesso congressivo de agosto.
Se promulgada, a lei poderia fortalecer a posição do dólar’s na economia digital ao incentivar os emissores a manter a dívida do governo dos EUA. No entanto, alguns críticos afirmam que o projeto é muito brando: ele isenta explicitamente o Presidente e o Vice-Presidente de suas restrições, potencialmente deixando a porta aberta aos interesses cripto de Trump’s.
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TikTok e o memecoin $TRUMP
O congressista da Califórnia Brad Sherman fez uma acusação impressionante: proprietários chineses do TikTok supostamente compraram US$ 300 milhões em memecoins $TRUMP como um “suborno disfarçado” para prolongar a tolerância de Trump ao aplicativo. O TikTok respondeu imediatamente em sua conta oficial no X, qualificando as alegações de “abertamente falsas e irresponsáveis.”
Essa controvérsia surge em meio ao aumento das tensões: Trump assinou uma nova ordem executiva que adia, pela terceira vez, a proibição ou venda forçada do TikTok nos EUA. Sherman se opôs, apontando que a lei permite apenas uma única extensão de 90 dias. No mesmo dia, o investidor anônimo GD Culture Group anunciou um investimento de US$ 300 milhões no memecoin $TRUMP e no Bitcoin, aumentando a confusão e alimentando ainda mais as acusações contra o TikTok.
TikTok afirma que a GD Culture não tem propriedade nem vínculos oficiais com a plataforma, minando as alegações de Sherman’s. As reações online foram divididas: alguns acusaram o TikTok de conspiração, enquanto outros sentiram que Sherman estava exagerando para justificar sua postura anti‑crypto.
What’s em jogo? Por um lado, este caso destaca o quão vulneráveis as decisões políticas podem ser às dinâmicas financeiras digitais. Por outro lado, o uso de memecoins como ferramentas de influência política levanta novas questões sobre transparência, ética e soberania econômica.
Ink, Kraken’s Layer 2, lança seu token
Ink, a blockchain Layer 2 apoiada pela Kraken, está pronta para lançar seu próprio token, chamado INK, com oferta máxima de 1 bilhão de unidades e sem possibilidade de diluição futura. Ao contrário de outros projetos, este token não tem a finalidade de governar a rede, mas sim de funcionar como um token utilitário dentro do ecossistema DeFi, particularmente para impulsionar a liquidez no lançamento.
O token INK será inicialmente distribuído via um airdrop, implantado diretamente na blockchain Ink no lançamento. A Ink Foundation—uma iniciativa sem fins lucrativos afiliada à Kraken—comprometeu-se a tornar o airdrop resistente à mineração exploratória, com o apoio de uma subsidiária dedicada.
A distribuição inicial, provavelmente via Aave, tem como objetivo garantir liquidez sustentável enquanto evita as armadilhas típicas de tokens lançados sem um modelo econômico sólido. A Kraken aposta na qualidade em vez da quantidade em um mercado Layer 2 frequentemente afetado por volatilidade pós‑lançamento.
Este lançamento ocorre sete meses após a mainnet da Ink ter sido lançada em dezembro de 2024, mostrando forte impulso da comunidade apesar da adoção limitada até agora. Ainda resta saber se o posicionamento da Ink, impulsionado por DeFi, pode ajudá-la a se destacar no cenário cada vez mais congestionado da camada 2.
Pavel Durov alerta sobre o colapso societal iminente na França
Pavel Durov, fundador do Telegram e recentemente cidadão francês naturalizado, alertou que a França está caminhando para um “colapso societal” se não mudar rapidamente seu curso político. Em entrevista com Le Point, ele criticou abertamente a postura de Emmanuel Macron e a mudança autoritária nas políticas de censura. Segundo Durov, a França está perdendo talentos essenciais: “muitos dos melhores estão indo para Dubai ou para os Estados Unidos.”
Ele condenou a aplicação das leis da UE, como a DSA, que ele vê como “cavalos de Troia” projetados para suprimir a liberdade de expressão. Ainda pior, ele alertou que um colapso ao estilo soviético poderia ocorrer se as reformas fossem atrasadas.
Durov também lamentou a fraqueza do governo francês diante da competição global e sua falha em proteger o capital intelectual. Ele argumenta que a competitividade em declínio e a crescente sobre-regulação estão enfraquecendo a França de forma constante.
Seu aviso surge enquanto Durov permanece sob supervisão judicial na França, proibido de deixar o país, mas autorizado a viajar temporariamente—particularmente para Dubai. Sua prisão em agosto de 2024, após alegações ligadas ao conteúdo do Telegram, gerou um grande debate sobre a liberdade digital e a moderação de plataformas.
À medida que a França prepara novas leis de regulação digital, Durov’s comentários permanecem como um aviso contundente: sem reformas ousadas, o país enfrenta um sério retrocesso—tanto econômico quanto civil.